Paraná




Depois da Febre Aftosa, o Paraná precisa erradicar a Brucelose e a Tuberculose

Há um ano, o Paraná conquistou o título de Área Livre de Febre Aftosa sem vacinação. Mas, a tarefa para a erradicação de brucelose e tuberculose ainda é um desafio.

São doenças controladas pelas Boas Práticas Agropecuárias (BPA), através da vacinação e testes no rebanho baseados no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT), instituído em 2001.

 

A vacinação de brucelose para fêmeas bovinas com três a oito meses de idade é obrigatória. Há todo um procedimento para comprovação junto a ADAPAR, atestado por um Médico Veterinário. Já para a tuberculose não existe vacina, e exige-se que o rebanho de leite seja testado a cada 6 meses.  

O PNCEBT no Paraná, começou-se a testagem dos rebanhos em brucelose e tuberculose nas propriedades ruralis.

O controle no trânsito, principalmente de animais oriundos de outros estados, é uma medida que favorece a entrada da brucelose e tuberculose no Paraná. É importante ressaltar que um rebanho com animais portadores dessas doenças conferem grande prejuízo para a propriedade. 

Precisamos de uma atenção constante à saúde dos rebanhos do Paraná, tanto dos pecuaristas como os órgãos de fiscalização.

Como instrumento auxiliar no controle, o cadastro dos animais no rebanho é obrigatório, que deve ser atualizado anualmente. Neste ano de 2022, o prazo termino no dia 30 de junho. Sem a atualização do rebanho, o pecuarista fica impedido de emitir o GTA - Guia de Trânsito Animal. O produtor rural pode fazer a atualização de forma presencial em um escritório da ADAPAR ou a uma unidade de atendimento municipal da agência, e solicitar o formulário, ou ou pela internet (www.produtor.adapar.pr.gov.br).

 

Fonte: https://www.sistemafaep.org.br/tuberculose-e-brucelose-sao-novo-desafio-para-sanidade-do-parana/


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